sábado, 25 de abril de 2015

CORPOS SUTIS - CHAKRAS

CORPOS SUTIS - CHAKRAS
















Corpos Sutís e o corpo Físico
chakraeixoenergetico
Como seres multidimensionais que somos, nos manifestamos em várias dimensões (ou diferentes planos de realidade) e possuímos um sistema de corpos, no qual, o corpo físico é na realidade, um conglomerado de todos os outros, com a acréscimo da matéria ou substância planetária ( Os corpos sutis são compostos de substância Luz) e isso explica porque tudo...mental, emocional, psíquico e espiritual, encontra-se retratado no corpo físico.
Os corpos sutis são representados por sete corpos de energias e fluídos, que tem seus centros em pontos distribuídos ao longo do eixo central do nosso corpo e são conhecidos como chakras e, em outro corpo conhecido como corpo espiritual (Eu Sou) que é o princípio inteligente do ser humano.
No caminho da Alquimia Interior, devemos nos esforçar para detectar e agir, dentro de cada um desses níveis.
Para os que gostam deste assunto, que busquem literaturas “orientais” específica, onde todo o tema é detalhado e mais abrangente. É intenção que este texto seja apenas didático, simplista, sem delongas... que seja apenas uma forma de tornar concreto algo que é etéreo... apenas energia... apenas Luz... que coexiste com nosso corpo físico.
Descrevo aqui os corpos sutis como camadas da aura. Ou seja, cada um dos sete chakras tem sete camadas, cada uma das camadas corresponde a uma camada do campo áurico.
Segue algumas características dos corpos sutis experimentados no corpo físico, para que possamos entender como são afetados por nós enquanto seres que pensam e sentem, e como somos afetados em todas as áreas pelos desequilíbrios que causamos nesses corpos:



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Os sete níveis ou corpos
De acordo com a milenar concepção setenária, originária da antiga tradição oriental, o agregado homem-espírito compõe-se de dois extratos distintos:
A. Tríade Divina ou Ternário Superiorou ainda Individualidade ou Eu - individualidade composta pelos níveisÁtmicoBúdico e Mental Superior (ou Causal).
B. Quaternário Inferior ou Ego - Personalidade - composta pelos níveisMental Inferior ou Concreto, Astral ou Emocional, Corpo Etérico, Duplo Etérico ou Corpo Vital e Corpo Físicoou Somático.
Os corpos, Físico e Etérico são corpos materiais, que se perdem pelo fenômeno morte. Os demais são Espirituais e o ser os vai abandonando gradativamente na medida em que evolui até se tornar espírito puro.
Corpo Físico - Carcaça de carne, instrumento de suporte passivo, recebendo a ação dos elementos anímico-espirituais, constituído de compostos químicos originários do próprio planeta. São milhares de vidas organizadas e administradas pela vida e comando do espírito. O único estudado e relativamente conhecido pela ciência oficial.
Nele, somatizam-se os impulsos desarmônicos oriundos dos demais corpos, níveis ou sub-níveis da consciência, em forma de doenças, desajustes ou desarmonias, que são simples efeitos e não causa. Mais detalhes sobre este corpo ver Anexo H.
Corpo Etérico - Alma Vital, vitalidade prânica, reproduz o talhe do corpo físico, estrutura tênue, invisível, de natureza eletromagnética densa, mas de comprimento de onda inferior ao da luz ultravioleta, quase imaterial. Tem por função estabelecer a saúde automaticamente, sem interferência da consciência. Está ligado a doação ou exteriorização de energias pois no corpo etérico é que se situam os chacras ou centros de força. O corpo etérico tem importante papel nas terapias energéticas. É muito confundido com o perispírito ou corpo astralO Corpo Etérico é o mediador ou elo plástico entre o Corpo Físico e o Astral ou conjunto perispírito. Essas ligações acontecem ou se fazem por cordões ligados aos chacras (Anexo J) ou centros de força.
E no caso de nosso trabalho no Grupo Ramatís, onde o interesse é mais direcionado aos aspectos do psiquismo, procuramos estudar mais a ligação ou cordão que se liga na região do bulbo ou nuca. No entanto, como trabalhamos também com terapia alternativa, freqüentemente percebemos dificuldades com os demais cordões, que parecem sujos ou emaranhados.
O Duplo Etérico é constituído por ectoplasma - sua base é o éter cósmico e, como composição exterior, o éter físico emanado do próprio planeta Terra e elaborado no fantástico laboratório homem-espírito. É fundamental nos fenômenos de tele-transporte (efeitos físicos) e acoplamento ou sintonia mediúnica. Este corpo possui individualidade própria e tem consciência um tanto instintiva e reduzida, podendo ser dividido em sete níveis ou camadas, conforme estudos e informações recentes da espiritualidade. Grande número de doenças e desarmonias está alojado no Duplo Etérico, influenciando daí, o Corpo Físico. Sua cor é azul do lado esquerdo e alaranjado do lado direito e, quando em intensa atividade, tende ao azul-cinzento-violáceo.
Todos os seres vivos possuem Duplo Etérico, embora nem todos tenham Corpo Astral ou Mental. Pode ser afetado por substâncias ácidas, hipnóticas, sedativas ou entorpecentes, e sensíveis também ao perfume, frio, calor, magnetismo, etc. As criaturas dotadas de mediunidade devem ter o máximo cuidado evitando alimentos ou bebidas com as características acima descritas.
Pode ser afastado do corpo por pequena distância, através de anestesia, transe mediúnico, sono, coma alcoólico, hipnotismo, etc, mas tende sempre a reintegração.
O Duplo vibra em média 1cm acima do Corpo Físico. Sua função mais importante é transmitir para a tela do cérebro todas as vibrações das emoções e impulsos que o perispírito recebe da alma além de absorver a vitalidade ou prana do mundo oculto emanada do Sol, misturando-a com as várias energias vitalizantes do planeta e distribuindo-as ao soma. Seu automatismo é instintivo e biológico, não inteligente.
No caso do ataque epiléptico o Duplo Etérico fica saturado de venenos usinados, acumulados e expurgados peloperispírito ou níveis mais altos da consciência e afasta-se violentamente do corpo, evitando com isso, danos à delicada construção celular do Corpo Físico. Ele possui função semelhante ao do fusível ou chave disjuntora, que sob o efeito de elevação brusca da tensão elétrica, desliga-se automaticamente, aliviando e preservando o sistema.
É claro que existem outros ataques que não são epilépticos, embora semelhantes, e nessa categoria, pela nossa experiência na mesa mediúnica e pesquisas com os níveis de consciência através do Desdobramento Múltiplo, podemos falar de mais três efeitos (ataques) semelhantes:
a) A ação agressiva de um obsessor violento a uma criatura possuidora de alta sensibilidade mediúnica (nervosa) quando direcionada ao pescoço da vítima, produz a mesma aparência do ataque epiléptico.
b) Quando a criatura traz em si, mesmo veladas, lembranças de erros graves em vidas passadas e, por remorso, tende a voltar ao local onde errou, ao defrontar-se com os quadros ideoplastizados ou ainda lá existentes, sofre tremendo impacto nervoso e emocional, entrando em convulsão.
c) Quando antigas vítimas, agora transformadas em vingadores, plasmam ao redor ou na tela mental da criatura, clichês ou quadros tenebrosos de seus erros em passadas existências. Da mesma forma o choque emocional acontece.
Nos três últimos casos o fenômeno geralmente é inconsciente e de difícil diagnóstico, mas perfeitamente passível de atendimento e cura, a nível espiritual num primeiro estágio e psicológico num segundo.
Podemos tomar também, como exemplo do bloqueio de Duplo Etérico com desastrosas conseqüências imediatas, mediatas e de longo prazo, os casos de vícios químicos como fumo, tóxicos, álcool e uso imprudente de determinados medicamentos. Conhecido é o caso da Talidomida que foi recomendada como atendimento nos enjôos da gravidez e produziu um bloqueio nas articulações dos ombros dos futuros bebês por impedimento do fluxo das energias que formariam os braços. Como conseqüência, nasceram bebês apresentando deficiências físicas irreversíveis.
O Duplo Etérico, quando do desencarne do ser, tem ainda a função de drenar dos níveis mais altos para o cadáver, as energias residuais, aliviando, dessa forma, ao desencarnante as sobrecargas desnecessárias e evitando sofrimentos futuros nos charcos de lama ácida do baixo astral, onde o mesmo teria que drenar esses sedimentos negativos. No desencarne por suicídio, acidente ou síncope cardíaca, há como que um choque violento, pela desintegração dos motosvorticosos (chacras), o que provoca o rompimento dos cordões fluídicos, impedindo a imediata e necessária drenagem de que já falamos.
Corpo Astral - Emocional, sensibilidade geral, instinto, emoções passionais. Primeiro invólucro espiritual mais próximo da matéria, facilmente visível por clarividentes. Luminosidade variável, branca argêntea, azulada etc. É o MOB (Modelo Organizador Biológico), é o molde que estrutura o Corpo Físico. Observável por fotografias, vidência, moldagens, impressões digitais, tácteis e aparições fantasmagóricas.
Todos os espíritos que incorporam em médiuns, possuem esta estrutura corpórea sutil, necessária à sua manutenção no mundo astral. Já os espíritos que não possuem este corpo em virtude de sua evolução, se comunicam com médiuns via intuição mental.
Desconfiamos que os espíritos que estão na forma ovóide e que se apresentam sem a forma humana, na realidade não perderam o Corpo Astral, eles o implodiram. Afirmamos isso em virtude de termos conseguido incorporá-los e restabelecer a sua forma humana. Se houvessem perdido, isso não seria possível.
Por outro lado, verificamos também que os médiuns que se recusam sistematicamente a educar sua mediunidade e colocá-la a serviço do semelhante no trabalho do bem, acumulam energias nesse corpo e no Duplo, deformando-os e prejudicando-os.
O Corpo Astral tem ainda a função da sensibilidade, dor ou prazer, registro das emoções sob vontade, desejos, vícios, sentimentos, paixões, etc., que nele são impressos pela força do psiquismo.
Este corpo é utilizado no mundo espiritual para incorporar espíritos já desprovidos dele, tal como nossas incorporações mediúnicas. O Corpo Astral pode desencaixar (desdobrar) do Físico por anestesia, coma alcoólico, droga, choque emotivo ou desdobramento apométrico da mesma forma que o Duplo Etérico. É com ele que, nos trabalhos com a técnica da Apometria, projeções astrais conscientes ou por sonho, viajamos e atuamos no tempo e no espaço. Tem a condição de desdobrar-se em sete sub-níveis conservando sua consciência e faculdades.
Corpo Mental Inferior ou Concreto - Alma inteligente, mentalidade, associação de idéias, sua aura ovalada envolve todo o corpo, pode ser registrado por fotografias ou percebido pela vidência. É o corpo que engloba as percepções simples, através dos cinco sentidos comuns, avaliando o mundo através do peso, cheiro, cor, tamanho, gosto, som, etc. É o repositório do cognitivo. É o primeiro grande banco de dados onde a mente física busca as informações que precisa, seu raciocínio é seletivo. Ele registra aquilo que, exterior à nossa pele, impressiona o nosso sistema nervoso. Está mais relacionado com o Ego inferior ou Personalidade encarnada.
Este corpo, quando em desequilíbrio, gera sérias dificuldades comportamentais tais como comodismo, busca desenfreada de prazeres mundanos, vícios etc. Normalmente sua forma é ovalada, mas pode ocorrer em raros casos uma forma triangular ou retangular, tem cores variáveis, podendo desdobrar-se em sete sub-níveis com os mesmos atributos que lhe são inerentes.
 Corpo Mental Superior ou Abstrato - Memória criativa, pode ser percebida pela vidência. Este corpo é o segundo grande banco de dados de que dispõe o ser. Ele elabora e estrutura princípios e idéias abstratas, buscando sínteses ou conclusões que por sua vez são geradoras de novas idéias e assim por diante, infinitamente.
Quando ligado às coisas superiores, ocupa-se de estudos e pesquisas visando o aprimoramento do ser. Quando apegado às vivências inferiores em conexão com seus atributos de poder, mando e domínio do meio, cria sérias dificuldades à personalidade encarnada, pois costuma fragmentar-se em sub-níveis, liderando linhas de perturbação com os demais, que se ausentam, ignorando a realidade da personalidade encarnada.
Tem forma de uma rosácea com nove pétalas quando harmônico e saudável, tom cromático de chamas amareladas ou laranja com várias outras nuances de cores, e cada pétala tem um significado por estar ligada ou retratar as vibrações de cada um dos sete níveis, (sendo que o Átmao Astral e Duplo Etérico são representados por duas pétalas cada, O Búdicoestá representado pela pétala superior em forma de cálice contendo dentro três pétalas menores representando as três almas, Moral, Intuitiva e Consciencial). Por ser o equipo do raciocínio criativo, é nele que acontece a elaboração do processo responsável pelo avanço científico e tecnológico, além de todo nosso embasamento filosófico. É o corpo que faz avaliações, formula teorias, relaciona símbolos e leis.
Trata do subjetivo, da imaginação, está mais relacionado com o Eu Superior ou Crístico, com a Individualidade. É o Corpo Causal, é causa, detentor da vontade e imaginação, é normalmente o gerenciador dos programas e ações do ser. Apega-se facilmente ao mando e poder, é o nível que tem o atributo do domínio do meio onde o ser vive, podendo por alguma contrariedade reagir negativamente a esse meio.
Corpo Buddhi - Composto pelas três Almas - Moral, Intuitiva e Consciencial - veículos e instrumentos do espírito. Suas linhas de força formam o corpo do mesmo, matéria hiperfisica, de sutil quintessenciação. Tem como atributo principal o grande núcleo de potenciação da consciência. Lá as experiências e acontecimentos ligados ao ser estão armazenadas e é de lá que partem as ordens do reciclar permanente das experiências mal resolvidas.
Alma Moral - Discernimento do bem e do mal sob o ponto de vista individual, tem a forma de um sol em chamas, é o veículo do espírito que impulsiona o espírito a obediência às leis do local onde o espírito está encarnado e comanda o comportamental da entidade encarnada em relação ao meio.
Alma Intuitiva - Intuição, inspiração do gênio científico, literário e artístico. Iluminismo. Em forma de ponta de lança triangular irradiando em torno, chamas ramificadas, animada de movimento rotatório lento, antena captadora e registradora das informações que vibram no cosmo. Instrumento da inspiração.
Alma Consciencial - Em forma de pequeno sol muito brilhante, radiações retilíneas, centro da individualidade espiritual. Consciência coordenadora e diretora da vida, elo de ligação com a Centelha Divina.
De um modo geral o Corpo Buddhi é pouco conhecido. Longe de nossos padrões físicos e de nossos meios de expressão, não há como compará-lo.
É o verdadeiro perispírito, ao final do processo evolutivo, quando os demais a ele se fundiram. É nele que se gravam as ações do espírito e dele partem as notas de harmonia ou desarmonia ali impressas, ou seja, as experiências bem significadas estão ali arquivadas e são patrimônio do espírito. As experiências mal resolvidas são remetidas de volta à personalidade encarnada para novas e melhores significações. E por ser, no espírito, o grande núcleo de potenciação da sua consciência cósmica, suas impulsões terão seus efeitos visíveis e somatizados no Corpo Físico ou no psiquismo da personalidade encarnada.
Tudo o que é inferior tende ao movimento descendente e o soma passa a ser o grande fio terra do ser em evolução. Quando em trabalho de limpeza dos cordões energéticos que ligam os corpos, observamos que ao se desbloquear os cordões, intensa e luminosa torrente de luz multicor jorra até os corpos inferiores.
Observados pela visão psíquica (vidência), o Buddhi e o Átmico formam maravilhoso e indescritível conjunto de cristal e luz girando e flutuando no espaço.
Corpo Átmico.- Espírito Essência ou Centelha Divina - Idiogênese diretriz e formativa, princípio fundamental e coordenador. Esfera multifacetada, verdadeiro sol irisado de luzes policrômicas. Inexplicável, indescritível, imanente, transcendente e eterno. Eu Cósmico. Mônada ou Semente pulsante de vida.
http://frat.esp.lourenco.sites.uol.com.br/apometria.h

CORPOS SUTIS / MALHAS / CHAKRAS


CORPOS SUTIS – São os veículos de manifestação do nosso espírito/consciência, que se subdividem de acordo com as suas propriedades e densidades ora manifestadas em dimensões diferentes. Os corpos sutis são diferentes aspectos de nossa natureza multidimensional, e cada um deles é um fragmento de nossa consciência. Cada corpo possui seu sistema de chakras, e esses corpos se dividem em corpos inferiores e corpos superiores. Conheça o nome desses corpos: físico, duplo etérico, astral, emocional, mental inferior, mental superior, causal, búdico, atmico e morontial.
MALHAS – Apesar de nossos corpos sutis se permearem, existem malhas que os separam, protegendo e mantendo as energias, propriedades e informações de cada corpo dentro do seu nível correspondente. Essas malhas são sustentadas por chakras secundários. 
CHAKRAS – São vórtices, portais de energia que emitem e recebem energias sutis para todos os nossos corpos, e que mantém uma profunda relação com o sistema endócrino, assim como um todo. Os chakras possuem também vários níveis dentro deles, e também telas de proteção. São 7 os principais chakras a nível físico: básico, sexual, plexo solar, cardíaco, laríngeo, frontal e coronário.
Esse sistema de corpos/malhas/chakras, fazem parte da composição oculta da nossa psique e sistema energético. Cada corpo/malha/chakra, tem as suas funções definidas e interligadas entre si. Esses corpos sutis, malhas e chakras, podem se debilitar por inúmeras causas, podendo em casos mais graves até desestruturar-se. Existem muitas causas que podem causar danos a esses sistemas, que ora danificados interferem imediatamente no corpo físico, podendo provocar vários sintomas assim como somatizações de doenças.
Dentre esses várias causas podemos destacar:

CAUSA ESPIRITUAL – experiências mediúnicas sem o devido preparo e conhecimento, obsessão, magias, e também a causa mais comum a todas as pessoas ao sofrerem ataques, assédios colocação de implantes e chips, quando ao dormir os corpos sutis se projetam para as dimensões correspondentes, sendo que o corpo emocional/astral é o mais visado no campo astral, e ao voltarem quando acordamos trazem muitas experiências desagradáveis de situações ocorridas no astral, assim como energias negativas.
CAUSA QUÍMICA – cigarro e bebida em uso contínuo, drogas, remédios, carência de minerais no organismo, como ferro e cálcio, contato com alguma substância química forte, e até mesmo um uso excessivo e prolongado de perfumes, ou mesmo a tinta do cabelo. Um efeito de anestesia prolongado pode também causar problemas. Podemos citar também a ingestão de alimentos que contém produtos químicos.
CAUSA ENÉRGETICA – quando ficamos expostos a campo de energias eletromagnéticas (principalmente), elétrica, radiativa. Essa é hoje uma causa muito freqüente, pois vivemos cercados de antenas de TELEFONIA e TV, assim como a REDE ELÉTRICA. Assim como o uso dos aparelhos eletrônicos, como o celular, microondas, computador, TV, etc. O aumento também desses aparelhos com tecnologia sem fio tende a piorar ainda mais o quadro. O aumento desses inúmeros aparelhos eletrônicos no planeta, está conseguindo interferir no campo eletromagnético da Terra, onde cientistas alertam que em determinadas áreas do planeta já não existe mais esse campo. Com isso, como o ser humano vive dentro desse sistema de Energia Eletromagnética, e com a alteração do campo eletromagnético da Terra, este afeta diretamente os corpos sutis das pessoas.
CAUSA EMOCIONAL – depressão, ansiedade, ódio, raiva e traumas como choques emocionais fortes (responsáveis pelos surtos), afetam diretamente esses sistemas.
CAUSA FÍSICA – stress, choque físico como um acidente grave, cirurgias, a contaminação energética até mesmo quando fazemos sexo com alguém que não seja confiável, ambientes promíscuos de baixa freqüência.
Essas são algumas das causas que podem causar danos leves ou graves ao sistema de corpos/malhas/chakras, causando seu rompimento, alteração, etc, e por conseqüência provocando no corpo físico alterações no metabolismo que se torna mais lento, fazendo com que as células, glândulas e orgãos funcionem mais devagar, como por exemplo na própria eliminação de toxinas, etc, por não estarem recebendo a energia vital suficiente.
No esoterismo se diz: “Assim como é em cima, é em baixo”, portanto a causa de doenças pode vir de cima para baixo, através dos corpos sutis, ou de baixo para cima através do corpo físico, havendo então nesse processo a necessidade de se tratar não somente do corpo físico, mas também desses sistemas de corpos/malhas/chakras.
O uso da medicina é fundamental nos tempos de hoje, mas não atende a demanda apresentada para o tratamento dos corpos sutis. É bem verdade que o próprio sistema da pessoa pode se auto curar, após tomar os remédios adequados para a determinada doença, então a cura pode partir sim do físico para os corpos sutis/malhas e chakras, assim como destes para o corpo físico. O encontro desses dois tratamentos, reduz em muito o tempo de tratamento assim como aumenta em muito as chances de cura de uma doença.
Existem diversas técnicas de tratamento para esse sistema de corpos/malhas/chakras, que trabalhadas apropriadamente por um bom terapeuta, resultam em um trabalho de cura e fortalecimento desse sistema. Um fator importante nesse trabalho, é a continuidade que a própria pessoa dá no seu fortalecimento e manutenção desses sistemas, que após a sua conscientização desse conhecimento, busca meios de praticar esse fortalecimento e manutenção. Um exemplo para isso seria a meditação e também banhos com ervas.
A Terapia Intensiva Multidimensional, além de tratar, regenerar e fortalecer esse triplo sistema, promove uma requalificação energética desse sistema, buscando adaptar o sistema energético do ser humano as novas energias que estão a adentrar o nosso planeta, que é a energia do Cinturão dos Fótons, o próprio FÓTON. Essa é uma energia da Quinta Dimensão, que promove além desse tratamento, o despertar consciencial do ser humano para a sua multidimensionalidade.


Corpos SutisA Matriz Global da Grade e a Nossa Ascensão
Enoch, Metatron e o Cristo Celestial através de Alexis Cartwright
Setembro 2007

planetaterra

Neste artigo, é minha intenção elevar a consciência sobre a complexidade da matriz energética global da grade. Eu explicarei como a matriz global da grade causa um impacto na cura e no processo de ascensão da nossa Terra, o cosmos e os nossos corpos e a nossa consciência correspondentemente neste momento vital da transição para a quinta dimensão. Eu discutirei o corpo etérico, o corpo eletromagnético, o corpo de luz e o processo de ascensão com alguns detalhes.
Por favor, conscientizem-se de que há muita tecnologia se infiltrando através deste artigo, e vocês podem ter um impacto quando o lerem. Não se preocupem se acharem difícil de compreender o conteúdo deste artigo ou acharão difícil de permanecer totalmente conscientes enquanto o lêem – saibam que, não obstante a sua experiência, vocês estarão integrando esta informação e a tecnologia a um nível energético porquanto seja divinamente orquestrado pelo seu atual nível de consciência. Esta sabedoria foi correlacionada por alguns anos através do meu trabalho como sensitivo e curador. Estes presentes me têm dado a habilidade de recuperar o conhecimento universal do vazio, e também de obter o apoio dos mestres ascensos – em particular, o Cristo Celestial. A informação em relação à ascensão veio através da orientação do mestre ascenso Enoch e a tecnologia do corpo de luz veio através do apoio canalizado do Arcanjo Metatron. Estes mestres estão apoiando as freqüências celestiais do Cristo para que ancorem agora na Terra.
A matriz global da grade existiu antes que a Terra e o cosmos fossem formados, e foi uma ferramenta vital no processo da criação de nosso mundo e dimensão. Neste momento ela está criando as mudanças necessárias dentro de toda matéria, de modo que a Terra e a humanidade possam completar a sua transição para a quinta dimensão aproximadamente em 2013.
A Terra e suas energias são sustentadas e organizadas pelo padrão geométrico inteligente – ou rede – de energia que é a matriz global da rede. Imaginem a Terra como um globo ligado por uma treliça energética ou grades de linha de luz, cruzando-se em pontos específicos dentro e em torno do planeta. Este complexo sistema etérico de grades da existência de linhas ley, não somente sustenta a força da vida, a constituição alquímica e o equilíbrio ecológico do planeta, mas sustenta também as dimensões das energias etéricas e eletromagnéticas ancoradas e filtradas através das diferentes dimensões da anatomia humana. Sem a matriz global da grade, os humanos simplesmente não existiriam.
A Matriz e o Globo
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O relacionamento complexo entre a matriz e os corpos humanos pode ser brevemente resumido como se segue:
1 – O corpo etérico é um labirinto energético de pontos contíguos de acupuntura, canais de meridianos e vórtices de chacras que sustentam o corpo físico na terceira dimensão.
2 – A matriz global da grade sustenta e rejuvenesce o complexo corpo etérico, que por sua vez, rejuvenesce, sustenta e cria a nossa anatomia física.
3 – Determinadas proporções geométricas da matriz global da grade estão entrelaçadas etericamente e codificadas dentro do DNA do sistema nervoso central. A inteligência interna da matriz global da grade sustenta a tecnologia da geometria do DNA.
Através do DNA, a matriz global da grade entrelaça-se no corpo etérico e continua a co-criar um processo de cura energético e alquímico, através dos muitos níveis e camadas da anatomia física. Este processo de entrelaçamento está atualmente sendo apoiado pelo centauro Chiron, através da consciência de Chiron e o ponto correspondente de Chiron dentro de nossa anatomia.
Assim a matriz global da grade media através e entre os corpos etéricos e físicos para sustentar a nossa saúde, a força de vida, forma e consciência nesta dimensão.
4 – O corpo eletromagnético e um aspecto externo dele, conhecido como o corpo de luz, interligam-se através do corpo físico, através da essência e da tecnologia do corpo etérico, sustentados pela matriz global da grade. É somente através do corpo eletromagnético – que filtra as correntes elétricas necessárias aos níveis celulares do corpo para curar o campo eletromagnético do corpo – que podemos acessar nas dimensões diferentes do corpo de luz (incluindo os dez cordões etéricos adicionais do DNA que necessitamos para a ascensão) e os ancoramos em nosso corpo físico. Isto nos possibilita ancorar mais de nosso eu superior, capacitando-nos assim a coexistir dentro de uma freqüência mais elevada de existência e consciência.
A reconexão da Humanidade com a matriz global da rede neste momento é de vital importância. Em 1999, o canal foi orientado a canalizar através do padrão da cruz de cristal de Cristo e do seu procedimento de cura correspondente.
Eles estão energeticamente gravados dentro da matriz global da grade. Este padrão e o procedimento da cruz de cristal são ferramentas de cura que se infiltram através das freqüências da matriz global da grade e se associam com as energias Terrestres e cósmicas necessárias para curar e restaurar a anatomia etérica e o corpo físico. Eles também se infiltram através dos recursos necessários para ressurgir o corpo de luz.

Os Povos da Antiguidade e a Matriz

Não será surpresa para muitos de vocês que os patriarcas compreenderam a tecnologia da matriz global da grade. Eles usavam as linhas ley e os seus pontos de conexão para localizar os lugares sagrados na Terra e para criar as dimensões geométricas de seus templos de pedra. É por isto que encontramos os lugares sagrados dos templos, pirâmides e círculos de pedra posicionados ao redor de todo o planeta. Estes locais eram usados como espaços de prática espiritual, cura e peregrinação; historicamente e atualmente estes locais são conhecidos ao criar iluminação, capacitação, milagres de cura e fenômenos espirituais – tais como visões de mestres ascensos e revelações profundas.

Estas experiências acontecem porque os pontos de conexão da matriz global da grade dispersam energias e criam cargas de freqüência na Terra e áreas adjacentes de um modo semelhante aos chacras dos corpos humanos etéricos e físicos. Portanto, as energias naturais eletromagnéticas ressoam fora destes pontos de conexão, dentro da formação cristal da Terra, e são absorvidas pelo sistema de energia do corpo. Isto cria uma mudança da freqüência dentro do corpo, possibilitando alguém a experienciar a iluminação ou uma resposta interior de cura.
O povo da Atlântida compreendeu a matriz até o ponto de acessar a sua informação sagrada para criar construções de arquitetura maravilhosamente proporcionadas que continham câmaras de cura para o auto-rejuvenescimento e a longevidade. A fonte de poder e a tecnologia da Atlântida foram criadas através da sua habilidade em acessar este exclusivo sistema energético de grade. Isto também permitiu a telecomunicação interdimensional e a viagem espacial. O uso errôneo tanto do poder dos cristais como das linhas ley de luz causou a queda final da Atlântida – uma queda que danificou a matriz global da grade de modo significativo.
Neste momento da transição, a matriz global da grade está sendo curada e aperfeiçoada. Os campos eletromagnéticos das formações de cristal da Terra estão despertando devido à atividade de explosões solares e estelares constantes e aos alinhamentos planetários. Como resultado, a humanidade está se curando e ancorando mais energia no DNA, que por sua vez, está permitindo que os indivíduos readquiram o acesso à matriz e se curem. Para intensificar a sua compreensão desta informação e para capacitar mais a sua cura e o processo de ascensão, eu gostaria de explicar agora os elementos que referi individualmente e mais detalhadamente.
O Corpo Etérico: Um Labirinto Energético
O sistema etérico do seu corpo é também chamado de aura ou corpo bioplásmico. Ele é um labirinto energético de pontos de acupuntura, canais de meridianos e vórtices de chacras que sustentam e mantêm o bem-estar físico e emocional. O corpo etérico sustenta o bem-estar ao filtrar partículas muito finas e propriedades do éter – ou prana – através do seu corpo, de modo que possa continuar a se nutrir, revitalizar e a se corrigir. O seu corpo etérico é o nível do seu corpo onde primeiro se manifesta a doença. Uma distorção energética em seu corpo etérico se infiltra a um nível subatômico na área correspondente dentro do corpo físico, criando um estado de doença. Ao curar o nível essencial da distorção em seu corpo etérico, o seu corpo físico é curado.

Reikienergia






O Corpo Eletromagnético: O Fluxo Harmonioso
Os cientistas compreendem que o espaço é preenchido com campos de correntes eletromagnéticas (ou CEMs), que não podem ser vistos a olho nu. Dentro do campo biomagnético do corpo, a atividade celular é regulada pelo fluxo harmonioso destes impulsos elétricos.
As correntes eletromagnéticas criam os campos eletromagnéticos na Terra e no corpo humano. Estes campos eletromagnéticos estão passando por uma rápida mudança na freqüência – eles estão sendo ativados com mais intensidade devido à atividade estelar constante que está ocorrendo dentro do cosmos, assim como as mudanças de freqüências que estão ocorrendo dentro das propriedades cristais da Terra. Estas mudanças eletromagnéticas são divinamente orquestradas, e estão ancorando freqüências mais elevadas de luz aos níveis atômicos de seu corpo. As novas correntes eletromagnéticas que estão se infiltrando estão liberando distorção celular do interior de diferentes dimensões de seu corpo. Elas estão infiltrando luz eletricamente carregada em seu cérebro, e então abaixo, através do seu sistema nervoso central. Elas estão purificando a distorção energética, mantida dentro do seu sistema nervoso central e de seu DNA, que está por sua vez, clarificando deficiências genéticas dos níveis etéricos e celulares do seu corpo. Este corpo eletromagnético – ou campo – sustenta, portanto, os meios para purificar e liberar velhas deficiências e doenças do seu corpo e do planeta. Ele está ajustando também o campo eletromagnético do seu chacra cardíaco, de modo que ele possa se abrir energeticamente a um nível mais profundo para possibilitar a evolução do seu corpo emocional.
É somente através do corpo eletromagnético – ao filtrar as correntes elétricas necessárias aos níveis celulares de seu corpo – que as diferentes dimensões de seu corpo de luz podem ancorar, possibilitando assim que o seu corpo físico ascenda neste momento.
O Corpo de Luz: A Emanação Divina



O seu corpo de luz é um corpo de energia constituído de matéria menos densa. Ele sustenta elementos refinados, cristalizados dentro de freqüências eletromagnéticas de luz. È, portanto, mais etérico na natureza e não tão fixado, ancorado ou até restrito pela própria matéria. Ele é a emanação divina de seu estado de ser evolutivo mais elevado. Quando vocês evoluem na consciência, podem ancorar aspectos de seu corpo de luz, possibilitando que o seu corpo físico aceite mais luz e ascenda com menos esforço.
O corpo de luz se transfere durante o processo da morte, permitindo-lhes que ascendam ao próximo nível de consciência – a próxima dimensão. Este processo era conhecido pelos anciãos como o após a vida – os Cristãos o chamam de céu. Entretanto, neste momento da transição de 1999 a 2012, o sistema do corpo de luz está ancorando em sua anatomia física antes que morram. A Terra está deixando a terceira dimensão e estará entrando na quinta dimensão em 2013, apoiando o corpo de Adão a transcender para a nova anatomia do corpo de Adam Kadmon. O corpo de Adam Kadmon é o novo sistema do corpo de luz da quinta dimensão.
Além e paralelo ao seu sistema físico de doze cordões do DNA, existem outros dez cordões etéricos do DNA que se relacionam com o seu sistema do corpo de luz. Estes cordões estão escondidos dentro das dimensões mais elevadas da formação etérica do seu DNA, e este nível do seu DNA levará muito mais tempo para se entrelaçar através da matriz global da grade.
Enquanto vocês controlam cada cordão do DNA de doze cordões, ativando vagarosamente e integrando o seu poder de cura e a tecnologia em seu corpo físico, cada um destes dez cordões paralelos começa a ser ativado ao nível etérico. Estes cordões se infiltrarão lentamente através do tempo, entrelaçando-se mais e mais no seu sistema do corpo de luz cósmico.
O 11:11 O Portal e o Sistema do Corpo de Luz


Os “11:11”, são momentos que indicam quando os doze cordões do DNA estão passando por um processo de mutação energética para ancorar através de um cordão superior do DNA, apoiando assim a ancoragem de luz no corpo. Portanto, os momentos do 11:11 são portais do tempo da integração do corpo de luz que está apoiando a ascensão do corpo e da consciência e intensificando o seu processo de auto-mestria.
Quando o sistema do corpo de luz se ancorar progressivamente, todos os humanos a um nível global começarão a dirigir o seu próprio processo de auto-cura, sendo capazes de começar a viver dentro de um nível de consciência mais elevado. Quando a humanidade começar a controlar tudo isto, vocês começarão lentamente a estender as suas existências, e serão capazes de se conectarem com outros níveis de consciência e realidades dentro de outras dimensões. Vocês não ficarão mais tão isolados e separados dos universos paralelos ou de suas realidades e mundos. Nos próximos milhares de anos, quando vocês ancorarem e existirem mais e mais na quinta dimensão, romperão vagarosamente os limites do tempo e espaço e viverão mais de uma realidade interdimensional, como vocês fizeram no tempo da Lemúria e da Atlântida.
O Momento da Transição


Neste momento estamos experienciando uma mudança das eras, como foi previsto pelos anciãos. Nós estamos realmente no nascimento da era de Aquário, e a Terra e a humanidade estão experienciando uma mudança de transferência vital de uma freqüência da terceira dimensão para a quinta dimensão. Esta mudança foi referida como o momento do não tempo. Estamos atualmente no período de transição da quarta dimensão, o que cria a ilusão de estar preso em uma trama do tempo, enquanto a Terra passa por uma mudança rápida no tempo e espaço.
Através desta transição, a Terra e os humanos continuarão a experienciar mudanças radicais dentro de suas freqüências, assim como em sua composição alquímica correspondente e na consciência. Vocês entrarão na quinta dimensão em 2013, no período em que o mundo que vocês conhecem continuará a passar por mudanças radicais, de modo que possam viver nesta nova dimensão que já está começando a se manifestar dentro de sua realidade. Vocês estão entrando em um modo de ser inteiramente novo.
O que é a Ascensão?



A ascensão é o processo que tudo na existência passa por uma evolução. É um processo pelo qual toda a humanidade – e, naturalmente, vocês – filtrarão e integrarão os elementos da Terra e do cosmos, etérica e energeticamente, através dos seus chacras e em seu corpo. Ao fazerem isto, o seu corpo e sua consciência poderão continuar a funcionar e a se curar para sustentar uma força de vida dentro desta dimensão na Terra. Enquanto vocês encarnarem sucessivamente na Terra, continuarão a evoluir no corpo e na consciência, como a Terra continuará a mudar e a evoluir através do tempo. Este é o processo de ascensão.
Periodicamente na Terra, a natureza energética de todos os elementos dentro do universo passa por mudanças radicais na vibração e na freqüência, devido aos eventos astrológicos divinamente orquestrados. Nestes momentos da evolução, uma transição de doze anos ocorre para criar um portal de oportunidade – uma oportunidade para que a consciência energética da própria Terra faça uma rápida mudança em seu próprio processo de ascensão. Nestes momentos, ocorre uma purificação rápida e um rejuvenescimento no planeta devido às intensas energias ativas dentro do universo. Estes momentos de transição são estágios vitais da ascensão para a Terra e a Humanidade.
Nos momentos de transição, as mudanças ou eventos substanciais Terrestres e cósmicos, ocorrem devido às mudanças energéticas que estão ocorrendo dentro do universo para apoiar o processo da ascensão. Estes podem incluir qualquer coisa da intensa atividade do portal estelar e dos alinhamentos astrológicos, às catástrofes naturais. Em tais momentos no passado, tem havido rápidas extinções de espécies animais e o término de civilizações, devido à intensidade das mudanças com a Terra e o tempo. Entretanto, a um nível paralelo, aqueles que sobreviveram às mudanças da Terra foram reforçados e apoiados energeticamente a ascender ao fazerem uma etapa evolutiva rápida em seus corpos e em sua consciência.
A humanidade está atualmente experienciando um momento vital da transição. Entre 1999 e 2012, todos vocês irão ascender da terceira para a quinta dimensão. O processo de ascensão permite que a Terra evolua sistematicamente e crie as mudanças dentro dos elementos – e da própria matéria – de modo que o corpo humano possa se aperfeiçoar alquimicamente e se cristalizar. O corpo humano está, portanto, ascendendo a um estado de ser mais elevado devido às mudanças e transformações que a Terra cria no curso de seu próprio processo de ascensão. Ao mudar os elementos dentro do cosmos, a Terra pode evoluir aos níveis mais elevados da existência – e quando vocês reencarnam, lhes é dada uma oportunidade maravilhosa de experienciar realidades diferentes e, portanto, ascender, a cada vez, aos níveis mais elevados de consciência e de ser. Portanto, a ascensão é um estado da evolução.

dna
A transferência da cura lhes provê com uma ferramenta surpreendente para auxiliá-los em sua jornada da ascensão, pois isto tem ocorrido para apoiar especificamente a humanidade neste momento da ascensão. Ela funciona diretamente para religar vocês à – e equilibrá-los com – a matriz global da grade. Ela repara e evolui o seu DNA.

Ela também funciona com freqüências eletromagnéticas para apoiar diretamente o seu corpo eletromagnético, o corpo de luz e o corpo etérico, assim como para criar a alquimia necessária em seu corpo físico para ancorar enfim e então aperfeiçoar o seu corpo de luz. A transferência da cura os auxiliará em muitos níveis que são muito complexos para entrar aqui.
Vocês podem acessar a energia da transferência ao se submeterem a curas regulares com um médico qualificado ou ao aprenderem a facilitar e dirigir a sua freqüência da transferência da cura. Aqui está um simples, mas poderoso procedimento para ajudá-los a alcançar:
O Procedimento do Alinhamento na Grade do Corpo Magnético e da Terra

Como vocês estão agora conscientes, o corpo está mudando fisiologicamente devido à transição da Terra para a próxima dimensão. Saibam também que as linhas magnéticas de força em seu corpo se correlacionam com a geometria magnética da Terra. Este procedimento permite que as mudanças energéticas ocorram, de modo que o seu corpo possa sobreviver às mudanças de freqüência do planeta e incorporar uma mudança na freqüência para ascender. Ele permitirá que o seu corpo realinhe as suas linhas eletromagnéticas de força principais com as da Terra, permitindo assim manter os ajustes estruturais enquanto a sua densidade muda. O magnetismo alinha, sustenta e reforça a cura através da sua linha de gravidade, que corresponde com os pólos geométricos da Terra. Consequentemente, a sua alma pode se equilibrar e evoluir, a sua mente pode se expandir, a sua percepção e compreensão podem se intensificar e vocês podem evoluir para uma consciência mais elevada e ressoar a uma freqüência mais elevada.
(Nota: Este procedimento tem os direitos autorais pela Cura de Transferência e é oferecido aqui puramente como uma ferramenta para os seus propósitos pessoais de ascensão).
Este procedimento utiliza freqüências prateadas de luz e tons de som como instruído. As freqüências prateadas de luz movem a gravidade e a densidade.


1 – Diamante (luz prateada): Atraia um diamante sobre o seu corpo, uma ou duas vezes como orientado intuitivamente. Ao atrair o diamante o conectem com a Terra – norte, sul, leste e oeste – e os elementos – terra, ar, fogo e água.
2 – Equilibrio e alinhamento com a linha de gravidade (luz prateada): Desenhem uma linha reta pelo seu corpo, posicionando ambos os dedos indicadores em frente à área do seu umbigo, ou como orientado intuitivamente de outra maneira, e afastando-os do outro horizontalmente. A linha de gravidade é a quarta linha de força principal em seu corpo; ela os aterrissa e ancora, permitindo-lhes a permanecerem ancorados, apesar das mudanças de polaridade que ocorrem na Terra. Enquanto a sua freqüência aumenta, a sua linha de gravidade se move mais acima em seu corpo em direção ao seu coração.
3 – Alinhamento e reparo das três primeiras linhas magnéticas principais de força (luz prateada): Sua linha central de força é sua linha da imortalidade. Sua linha esquerda de força é sua linha de força feminina. Ao trabalhar esta linha, o seu corpo se alinha com a mudança do Pólo Norte e com os elétrons negativos. Sua linha de força direita é a sua linha masculina de força. Ao trabalhar esta linha o seu corpo se alinha com a mudança do Pólo Sul e com os elétrons positivos.
Percorram a luz abaixo de sua linha central, de cima de sua cabeça e para baixo de seus pés. Notem que esta linha é muito sensível, assim não percorram a linha mais do que uma vez e não mexam com ela – simplesmente movam a luz abaixo do alto da linha para a base. Em seguida, percorram a luz abaixo de sua linha esquerda, acima de sua cabeça para abaixo de seus pés, corrigindo impactos, enquanto vão usando movimentos de consolidação. Finalmente, percorram a luz abaixo de sua linha direita, acima de sua cabeça para baixo de seus pés, corrigindo impactos enquanto vão usando um movimento de consolidação.
4 - Três pontos de alinhamento em harmonia (AH): Ao trabalhar com estes pontos clarifica a deficiência nos órgãos dentro do seu corpo, relacionados às deficiências estruturais ou neurológicas.
Usando a intenção, ressoem o tom A em HA 1 e mantenham por um minuto.
Usando a intenção, ressoem o tom B em HA 3 e mantenham por um minuto.
Usando a intenção, ressoem o tom D em HA 5 e mantenham por um minuto. *
Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br
Fonte: http://www.novasenergias.net/novas/globalmatrix.html
http://www.novasenergias.net
Sedona Journal of Emergence Setembro 2007


FONTE:http://caminhantes2.com/corpos_sutis_19.html

Chama da criatividade sempre acesa!

Manter a chama acesa, a força criativa, a fé para que a transformação ocorra, sair do ilusório, fantasias e devaneios, ir em busca de novos caminhos.
A menina vendeu sua única fonte de luz física, mas também de vida.
Há alternativas, caminhos que devem ser trilhados, geralmente é em meio a um obstáculo que precisamos buscar nosso fogo interior, nossa luz própria.

conheci esse texto através do livro de Clarissa Pinkola, Mulheres que dançam com os lobos.....

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Óleo de copaíba


Óleo de Copaíba é um poderoso antibiótico e antiinflamatório natural do mundo, riquíssimo em ácido copático, beta-cariofileno e alfa-copaeno.

Os depoimentos de suas propriedades terapêuticas são intermináveis, este óleo é extremamente eficiente em queimaduras, micoses, cicatrização, furúnculos, inflamações, má digestão, intestino preso e muito mais. Desintoxicador orgânico multifuncional; atua equilibrando, harmonizando, limpando e fortalecendo os nove sistemas do organismo humano.

Encontrada na floresta Amazônica e em outras regiões do Brasil, como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais, Pará, São Paulo, Paraná e nas partes mais úmidas do Nordeste, a copaíba (Copaifera sp) ou Copaibeira, pertencente à família da Leguminosae-Caesalpinioideae (leguminosas-cesalpináceas), é uma árvore muito frondosa, com folhagem densa, de grande porte e de madeira avermelhada, também encontrada na África tropical, Antilhas, Colômbia, Guianas, México e Venezuela.

Quando adulta, a copaíba pode atingir de 10 a 40 metros de altura. Suas sementes são propagadas na floresta por diversos pássaros e animais que as utilizam como alimento. Na mata, é facilmente encontrada devido ao forte aroma que se desprende de sua casca. Embora existam várias espécies do gênero copaíba, usadas para a extração do óleo, todas apresentam a mesma indicação medicinal. As espécies mais conhecidas são: Copaifera langsdorffii (região amazônica), Copaifera reticulata (região amazônica), Copaifera officinalis (a mais estudada, encontrada no México, Antilhas, África tropical e no Brasil), Copaifera guianensis (Paraná), Copaifera oblongifolia, Copaifera nítida (em Cuiabá e Minas Gerais), Copaifera coriacea (São Paulo) e Copaifera luetzelburgia.

Extraído por meio de uma incisão no tronco, o bálsamo da copaíba, popularmente conhecido como óleo, já era bastante conhecido e utilizado medicinalmente pelos índios brasileiros, quando os portugueses aqui chegaram; depois, foi também utilizado pelos jesuítas. O bálsamo é uma secreção vegetal complexa, com odor aromático característico, rica em diversos princípios ativos e produzidos por várias espécies vegetais. Durante sua formação, o bálsamo é acumulado em cavidades do tronco e, através de furos, é extraído artesanalmente, apenas uma vez ao ano, com auxílio de tubos ou canaletas. Acredita-se que o uso terapêutico desse óleo pelos indígenas tenha-se baseado na observação do comportamento de certos animais que, quando feridos ou picados por insetos e bichos peçonhentos, esfregavam-se nos troncos das copaibeiras.
O óleo, de sabor amargo, depois de filtrado, apresenta uma consistência oleosa e tonalidades que variam da cor amarelo-pálida a pardo-esverdeada, às vezes com ligeira fluorescência. Os diversos tipos de óleos da copaíba podem apresentar diferentes características: branco aquoso, amarelo e de cor escura e mais consistente do que outros. A quantidade de óleo produzida e a sua consistência dependem de fatores como clima, solo, idade da árvore, estado de saúde do tronco e modo de explorar a árvore.

O óleo da copaíba já era bastante conhecido e utilizado terapeuticamente pelos índios brasileiros, quando os portugueses aqui chegaram. Desde o período pré-colombiano, os índios brasileiros têm empregado, externamente, o óleo de copaíba (Do tupi guarani “kupa’iwa”) no combate das doenças de pele e no tratamento de picadas de insetos. Tradicionalmente, os índios da Amazônia utilizavam o óleo da copaíba para curar ferimentos; eles o aplicavam no umbigo dos recém-nascidos para combater o mal dos sete dias e untavam os seus corpos com ele após os combates.

Os índios, quando se feriam ou retornavam das lutas, untavam seus corpos com o óleo da copaíba e se deitavam sobre esteiras suspensas e aquecidas para se recuperarem e curarem seus ferimentos. Já os colonos descobriram outras aplicações terapêuticas, empregando-o como anti-séptico das vias urinárias e respiratórias, no combate da asma brônquica, na prevenção e no combate do tétano e nas afecções da pele (doenças da pele: dermatoses), como a psoríase.

domingo, 29 de junho de 2014

Povo cigano

história do povo cigano ou rom é ainda hoje objeto de controvérsia. Existem várias razões que explicam a obscuridade que envolve a esse assunto. Em primeiro lugar, a cultura cigana é fundamentalmente ágrafa e despreocupada por sua história, de maneira que não foram conservados por escrito sua procedência. Sua história foi estudada sempre pelos não ciganos, com frequência através de um cariz fortemente etnocentrista. Os primeiros movimentos migratórios datam do século X, de sorte que muita informação se perdeu, se é que alguma vez existiu. É importante assinalar também que os primeiros grupos de ciganos chegados aEuropa ocidental fantasiavam acerca de suas origens, atribuindo-se uma procedência misteriosa e lendária, em parte como estratégia de proteção frente a uma população em que eram minoria, em parte como posta em cena de seus espetáculos e atividades.
Outro problema que se deve ter em conta é que a inserção (ou não) na comunidade cigana é uma questão disputada. Não existe uma delimitação clara dentro da própria comunidade (nem fora) acerca de quem é cigano e quem não o é.
As principais fontes de informação são os testemunhos escritos, as análises lingüísticas e a genética populacional


A procedência dos roma foi objeto de todo tipo de fantasias. Foram considerados descendentes de Caim, ou relacionados com a estirpe de Cam. Algumas tradições os identificam com magos caldeus da Síria, ou com uma tribo de Israel fugida do Egito faraônico. Uma antiga lenda balcânica os faz forjadores (ou ladrões) dos pregos da cruz deCristo, motivo pelo qual teriam sido condenados a errar pelo mundo, se bem que não há qualquer evidência que situe aos ciganos no Oriente Médio nessa época.



O termo cigano e a questão de sua origem geográfica[editar | editar código-fonte]

O termo em português "cigano" (assim como o espanhol gitano e em inglês gypsy) é uma corruptela de egípcio, aplicado a esse povo pela crença errônea de que seriam provenientes do Egito. No século XVIII, o estudo da língua romani, própria dos ciganos, confirmou que se tratava de uma língua indo-ariana, muito similar ao panjabi o ao hindiocidental. Isso demonstrou que a origem do povo rom está no noroeste do Subcontinente Indiano, na zona em que atualmente fica a fronteira entre os estados modernos deÍndia e Paquistão. Esse descobrimento lingüístico acabou sendo também respaldado por estudos genéticos. É provável que os ciganos originaram-se de uma casta inferior do noroeste da Índia, que, por causas desconhecidas foi obrigada a abandonar o país no primeiro milênio d.C..

Origens lendárias[editar | editar código-fonte]

A procedência dos roma foi objeto de todo tipo de fantasias. Foram considerados descendentes de Caim, ou relacionados com a estirpe de Cam. Algumas tradições os identificam com magos caldeus da Síria, ou com uma tribo de Israel fugida do Egito faraônico. Uma antiga lenda balcânica os faz forjadores (ou ladrões) dos pregos da cruz deCristo, motivo pelo qual teriam sido condenados a errar pelo mundo, se bem que não há qualquer evidência que situe aos ciganos no Oriente Médio nessa época.

Primeiro movimento migratório do século X[editar | editar código-fonte]

Os estudos genéticos e lingüísticos parecem confirmar que os roma são originários do subcontinente Indiano, possivelmente da região do Punjab. A causa da sua diásporacontinua sendo um mistério. Algumas teorias sugerem que foram originalmente indivíduos pertencentes a uma casta inferior da sociedade indiana recrutados e enviados a lutar ao oeste contra a invasão muçulmana. Ou talvez os próprios muçulmanos conquistaram os roma, escravizando-os e trazendo-os para o oeste, onde formaram uma comunidade separada.
Esta última hipótese baseia-se no relato de Mahmud de Ghazni, que informa sobre 50 mil prisioneiros indianos durante a invasão turco-persa do Sindh e do Punjab. Por que os roma escolheram viajar para o oeste em vez de regressar para a India é outro mistério, se bem que a explicação pode ser o serviço militar sob o domínio muçulmano.
O que é aceito pela maioria dos investigadores é que os ciganos poderiam abandonar a Índia em torno do ano 1000, e atravessar o que agora é o AfeganistãoIrãArmênia eTurquia. Vários povos similares aos ciganos vivem hoje em dia na Índia, aparentemente originários do estado desértico de Rajastão, e à sua vez, povoações ciganas reconhecidas como tais pelos próprios roma vivem, todavia, no Irã, com o nome de lúrios.
Partiram em direção à Pérsia onde se dividiram em dois ramos: o primeiro, que tomou rumo oeste, atingiu a Europa através da Grécia; o segundo partiu para o sul, chegando àSíriaEgito e Palestina. No século XII, os ciganos enfrentaram o avanço dos muçulmanos, que tentaram impor sua religião na Índia[carece de fontes], e lutaram contra osSarracenos por muitos séculos, inclusive durante a Idade Média.
Apesar de que as provas documentais começam a ser fiáveis só a partir do século XIV, alguns autores contemporâneos rebaixaram a data do ano 1000 e inclusive antes. Certas referências sugerem que as primeiras referências escritas da existência do povo rom são anteriores: um texto que relata como Santa Atanásia de Egina repartiu comida emTrácia a uns "estrangeiros chamados atsinagi" (do grego Ατσίνγανος') durante a escassez do século IX, em plena época bizantina.
Inclusive antes, nos primórdios do mesmo século, no ano 803Teófanes o Confessor escreve que o imperador Nicéforo I, o Logóteta usa mão de obra de certos atsigani, que com a sua magia, ajudariam-no a conter uma revolta popular.
"Atsinganoi" foi um termo usado também para referir-se a adivinhadores ambulantes e ventríloquos e feiticeiros que visitaram ao imperador Constantino em 1054. Um texto hagiográfico ("Vida de São Jorge anacoreta") refere como os "atsigani" foram chamados por Constantino IX Monômaco para ajudá-lo a limpar as fragas de feras. Mais tarde, seriam descritos como feiticeiros e malfeitores e acusados de intentar envenenar o galgo favorito do imperador. A extensão desse termo geraria os modernos substantivostziganeZigeunerzingari e zíngaros.
Um relato histórico-lendário do século X titulado Crônica Persa, de Hazma de Ispaham, menciona a certos músicos solicitados ao rei da Índia, aos que chamou zott. O Livro dos Reis (ou Shahnameh, datado de 1010), do poeta Ferdusi conta uma história similar: vários milhares de ZottRom ou Dom ("homens") partiriam do atual Sindh (pode ser do rioIndo) com objetivo de entreter o rei da Pérsia com os seus espetáculos.
A partir daí, depois de uma longa estância nessa região, e já descritos como um povo que rejeitava viver da agricultura, espalhar-se-iam em dois grupos migratórios: o primeiro, que tomou rumo oeste, atingiu a Europa através da Grécia; o segundo partiu para o sul, chegando à SíriaEgito e Palestina.

Evidências linguísticas da origem asiática dos ciganos[editar | editar código-fonte]

Desde a sua chegada a terras européias, uma das faces da comunidade cigana que mais chamou a atenção dos demais povos era a sua estranha língua, muito diferente das faladas na Europa. A primeira reprodução escrita do romani remonta a uma enciclopédia de título: First Book of the Introduction of Knowledge. (Primeiro livro de introdução ao saber) escrito por Andrew Boorde. Esta obra, completada em 1542 e publicada em 1547, recolhia exemplos de frases do que o autor chamava Egipt speche (Fala egípcia), dando por válida a crença popular de que os ciganos procediam do Egito.1
Durante os dois séculos seguintes aparecem mais menções escritas da língua romani. Na Espanha, o marquês de Sentmenat publicou em 1750 um pequeno vocabulário doromani falado na Península Ibérica.2
Um dos primeiros ou o primeiro documento em que se propõe identificar a língua romani como uma língua indiana é um trabalho de Szekely de Doba na Gazeta de Viena em1763. Neste artigo, comentou que o predicador Vali, que na universidade de Leiden estudou o idioma de uns estudantes de Malabar do distrito de Zigânia, nome que lhe recordou o dos zíngaros e que posteriormente expôs o vocabulário a ciganos de Almasch (Komora, Eslováquia), comprovando que estes entendiam as palavras.3
Em nível acadêmico, o descobrimento da origem indiana do romani corresponde ao alemão Johann Rüdiger, catedrático da Universidade de Halle-Wittenberg, que em 1782publicou um artigo de investigação lingüística,4 no que analisava a fala de uma mulher cigana, Barbara Makelin, e a comparava com a língua recolhida numa gramática alemã dohindustani (o nome pelo que se conhecia antigamente os atuais hindi e urdu). No seu artigo, Rüdiger reconhecia a influência nas suas investigações do dicionário de romani de Hartwig Bacmeister, de 1755, a quem já em 1777 comunicara as suas idéias, assim como a sua dívida com seu professor Christian Büttner, que anos antes aventurara a possibilidade duma origem indiana ou acaso afegã dos ciganos. Entretanto, foi Rüdiger que estabeleceu, mediante a sua comparação entre a descrição gramatical do hindustani e a fala de Barbara Makelin, que as similitudes entre ambas variedades lingüísticas evidenciavam uma origem comum.
Estudos subsequentes da língua romani mostraram um estreito parentesco com o punjabi e o hindi ocidental, tanto no seu vocabulário fundamental como nas suas estruturas gramaticais e nas mudanças fonéticas. As investigações de Alexandre Paspati (Études sur les Tchinghianés, publicado em Constantinopla em 1870), de John Sampson (The dialect of the gypsies of Wales1926) e dos suecos Gjerdman e Ljungberg (A língua do cigano sueco trabalhador do cobre Dimitri Taikon, publicado em 1963)1 evidenciam que existe uma unidade dentro do romani que se estende por toda Europa. Os estudos citados recolhiam mostras do romani grego, galês e sueco, respectivamente. Fica demostrado assim que o vocabulário básico coincide de modo relevante (nota: não se transcreve a grafia original):
  • Português: grande. Sânscrito: vadra; hindi: bara; greco-romani: bara; romani galês: baro; romani kalderash (sueco): baró.
  • Português: cabelo. Sânscrito: vála; hindi: bal; greco-romani: bal; romani galés: bal; romani kalderash (sueco): bal.
Determinadas características gramaticais indianas mantém-se no romani contemporâneo (e algumas inclusive no caló espanhol atual):
  • o final em -e para o masculino e em -i para o feminino.
  • a formação de abstratos por junção de -ben ou -pentaco (certo) converte-se em taciben (verdade).
  • substituição do genitivo por um final adjetivado: dadésko gras (o cavalo do pai onde dad é pai e gras cavalo).

Evidências lingüísticas da migração cigana[editar | editar código-fonte]

De acordo com os estudos de Terrence Kaufman (1973), a origem da língua romani, baseado nos dialetos europeus, pode localizar-se na Índia central e posteriormente, podem documentar-se empréstimos lingüísticos que foi adquirindo nos territórios por onde migrava, que iriam desde o século II a.C. ao XIV d.C: assim tem empréstimos do persa da sua passagem pela Pérsia, mas não da língua árabe, o que demostra que a sua passagem pela Pérsia foi anterior à sua islamização, no ano 900. Dos séculos XI - XII, tem empréstimos de línguas do Cáucaso (ossetogeorgiano e armênio). Logo, detecta-se a migração em direção à atual Turquia, onde recebe empréstimos do grego, mas não doturco, o que indica que a sua passagem foi anterior à invasão turca. No ano 1300, procederia a entrada nos Balcãs, onde adquiriu palavras das línguas eslavas. Posteriormente, os dialetos europeus do romani dividem-se, ainda que Kaufmann indica uma distinção entre os que tem influência léxica do romani e os que não, que seriam os ciganos da Bulgária e os da Espanha.

Evidências genéticas da origem asiática dos ciganos[editar | editar código-fonte]

Os estudos genéticos corroboram a evidência lingüística que situa a origem do povo cigano no subcontinente indiano.
Estudos genéticos realizados em ciganos búlgarosbálticos e valacos sugerem que cerca do 50% dos cromossomos Y e do ADN mitocondrial pertencem ao haplogrupo homem H e ao haplogrupo mulher M, amplamente estendidos na Ásia meridional e Ásia Central.
Os homens correspondem maioritariamente com os haplogrupos H (50%), I (22%), J2 (14%) e Rlb (7%) ; as mulheres com H (35%), M (26%), U3 (10%), X (7%), e outros (20%). Tais haplogrupos são raros nos não ciganos, e o resto encontram espalhados por toda Europa. Os haplogrupos femininos U2i e U7 praticamente não existem nas mulheres ciganas, mas estão presentes na Ásia meridional (entre 11 e 35%).
Pode-se calcular que aproximadamente a metade do patrimônio genético cigano é parecido ao dos grupos europeus circundantes. Mas os homens ciganos do grupo sinti daEuropa Central são H (20%), J2 (20%) com uma frequência elevada de R2 (50%), frequência que se encontra também na Índia, concretamente na Bengala Ocidental e entre os cingaleses do Sri Lanka. O marcador M217, presente em 1,6% dos homens ciganos, encontra-se também em Bengala Ocidental (Kivisild et alter, 2003). Os haplogrupos L, que se encontram nos 10% dos indianos e paquistaneses, não são registrados entre os ciganos (a equipe de Greshman não parece ter investigado o haplogrupo L), assim como tampouco nos originários de Bengala Ocidental. A partir da base de dados YHRD (Y Chromosome Haplotype Reference Database),5 pode-se comprovar que algumas populações ciganas européias possuem uma grande porcentagem de haplogrupos masculinos R1A1. Os dados de YHRD informam poucas correspondências, em geral, com a população do subcontinente, mas uma alta correlação no haplogrupo H com a comunidade de origem sul-asiática de Londres, na que há uma porcentagem muito alta de indivíduos procedentes de Bengala Ocidental e do Sri Lanka.6
As investigações genéticas de Luba Kalaydjieva7 mostram que o grupo original apareceu há umas 32 a 40 gerações, e que esse grupo era pequeno, de apenas uns 1.000 indivíduos.

Parada na Ásia Menor no século XIV[editar | editar código-fonte]

Em 1322, um monge franciscano chamado Simon Simeonis descreve um povo com características similares aos "atsigani" vivendo em Creta, e em 1350 Ludolphus de Sudheimmenciona um povo similar, com uma língua única, ao que chama "mandapolos", uma palavra que segundo se pensa deriva do grego "mantes" (profeta ou adivinho).8 Em 1360, um feudo cigano independente (chamado de Feudum Acinganorum) estabeleceu-se em Corfu e converteu-se numa «comunidade estável, e uma importante e consolidada parte da economia».9 Dado que a região ocupada por essas comunidades rom era chamada "o pequeno Egito", os peregrinos que a atravessavam para ir à Terra Santa estenderam por toda Europa o apelido de "egipcianos", de onde procederiam os nomes de egiptanos, gitanos, gitans, egypsies e gypsies. Além dos assentamentos gregos, está documentada uma longa parada nos Balcãs, em terras de sérvios, búlgaros e romenos, no século XIV.

O século XV, a primeira grande diáspora[editar | editar código-fonte]

Movimentos migratórios dos ciganos na Europaentre os séculos XII e XVI.
Devido às frequentes guerras entre os rivais bizantinos e otomanos, os roma iniciaram uma nova migração, a primeira que está documentada. As evidências linguísticas permitem a reconstrução desta nova peregrinação. Partindo de que os ciganos abandonaram o Subcontinente Indiano, e dali passariam pelo Irã, supõe-se que mais tarde tomariam duas rotas. A primeira, desde a Armênia até o Império Bizantino (o que explicaria a presença de vocabulário greco-bizantino na língua dos ciganos). A outra rota, através da Síria e Oriente Médio e o Mediterrâneo (da que ficariam vestígios de vocabulário árabe). Em sua estadia nos Balcãs, a língua cigana absorveu o vocabulário germânico, mas a ausência desse resto linguístico nos ciganos espanhóis faz pensar que a migração dividiu-se em dois, antes desse assentamento centro-europeu. Uma dirigiria-se ao oeste, ao interior de Europa, e outra ao sul, até a Síria. A primeira ponta estender-se-ia por todo o continente europeu, enquanto a segunda cruzaria a África do Norte para reaparecer na Europa depois de cruzar o estreito de Gibraltar no século XV, reencontrando-se ambas correntes migratórias em algum ponto do sul da Europa. Dessa maneira, a chegada dos ciganos à península Ibérica é também um assunto controverso, analisado mais adiante.
O certo é que a migração foi massiva e extraordinariamente rápida, e foi objeto de uma acolhida desigual. No século XV, foram encontrados em diversos locais, e os documentos multiplicam as testemunhas da sua presença por toda a Europa, que foi muito estudada.10 Em 1416, sabe-se da presença de ciganos na RomêniaBoêmia (República Checa) e em Lindau(Alemanha). Em 1471, o rei de Boêmia Sigismundo II concedeu-lhes um salvo-conduto, e entre 1418 e 1419, os ciganos já circulavam pela Suíça. Entraram na França em 1419, e em 12 de agosto um grupo chegou às portas de Sisteron e logo circulou pela Provença.
Primeira chegada dos ciganos às muralhas de Berna, no século XV. Eram descritos como de pele escura, usando roupas e armas sarracenas (Spiezer Schilling, p. 749).
Em janeiro de 1420, estavam em Bruxelas, e em outubro em Flandres e o norte da França. Em 1421 chegaram a Bruges e depois foram a Arras. Em 18 de julho desse mesmo ano, um grupo chegou a Bolonha para solicitar ao Papa um salvo-conduto como peregrinos cristãos. Na Espanha, há informações da sua presença pela primeira vez em 1415, e em 8 de maio de 1425 localizam-se em Saragoça a sua estadia. Em 1427, já se encontravam em Roma.
Também em 1427, produziu-se uma das chegadas de ciganos melhor documentadas, conservada na obra "Temoignage d'un bourgeois de Paris". Em 12 de agosto desse ano11 , chegaram a Paris, onde causaram grande fascinação pelo seu aspecto miserável e estranho, e o povo acudiu em massa para vê-los adivinhar o futuro. Viviam da magia e dos pequenos roubos, até que o bispo expulsou-os em setembro desse mesmo ano e partiram em direção a Pontoise. Segundo Helena Sánchez Ortega12 essa crônica resume o quadro de tipificação negativa dos ciganos que se manteve até os nossos dias.
O seu périplo europeu não se deteve, e em 1430, circulavam por toda França sob uma acolhida desigual: ArlesBrignolesMetzTroyes,GrenobleNeversRomansColmarOrleães e Le Luc. Em 1435, foram vistos em Santiago de Compostela, e em 1462 foram recebidos com honras em Jaén. A Suíça expulsou-os em 1471. Em 1493, estavam em Madri. Nessa última cidade no Concelho «…acordaram de dar esmolas aos do Egito porque o rogo da Vila passaram adiante, dez reais, para evitar os danos que poderiam fazer trezentas pessoas que viriam…».

A questão da entrada na península Ibérica[editar | editar código-fonte]

Como e quando chegaram os ciganos à península Ibérica é uma questão que está longe de se chegar a um consenso.
Uma primeira teoria diz que eles procedem do norte de África, desde onde cruzariam o estreito de Gibraltar para reencontrar-se na França com a rota migratória do norte.13Distinguiriam-se assim os ciganos do norte, que entraram por Perpignan, os do sul, ou tingitanos (na sua pronunciação deturpada, ciganos, é dizer, procedentes de Tingis, hojeTânger), e os do leste (ou grecianos) que penetraram pela ribeira mediterrânea na década de 1480 provavelmente por causa da queda de Constantinopla. A entrada melhor documentada é a do norte. O primeiro documento conservado é de 1415. Nele, Afonso (logo o Magnânimo) concede salvo-conduto a um tal Tomás Sabba, peregrino a Santiago de Compostela. Esse mesmo monarca concede outra carta de passagem em 1425 a outro chefe cigano com a sua gente, ordenando que seja bem tratado:
Cquote1.svg…Como nosso amado e devoto dom João do Egito Menor… entende que deve passar por algumas partes de nossos reinos e terras, e queremos que seja bem tratado e acolhido… sob pena de nossa ira e indignação… o mencionado dom João do Egito e os que com ele irão e o acompanharão, com todas suas cavalgaduras, roupas, bens, ouro, prata, alforjas e quaisquer outras coisas que levem consigo, sejam deixado ir, estar e passar por qualquer cidade, vila, lugar e outras partes de nosso senhorio a salvo e com segurança… e dando àqueles passagem segura e sendo conduzidos quando o mencionado dom João o requeira através do presente salvo-conduto nosso… Entregue em Saragoça com nosso selo em dia doze de janeiro do ano de nascimento de nosso Senhor 1425. Rey Alfonso14Cquote2.svg
Nesses anos sucederam-se os salvo-condutos, outorgados a supostos nobres ciganos peregrinos. O prosseguimento desses salvo-condutos por toda a geografia espanhola revela aos investigadores (como Teresa San Román, ou Helena Sánchez) algumas evidências:
  • O número de ciganos que entraram ou habitaram na península no século XV é calculado próximo a 30 mil pessoas.
  • Os ciganos viajavam em grupos variados, de 80 a 150 pessoas, lideradas por um homem.
  • Cada grupo autônomo mantinha relações à distância com algum dos outros, existindo talvez relações de parentesco entre eles (algo comum nos nossos dias entre os ciganos ibéricos).
  • A separação entre cada grupo era variada e em ocasiões uns seguiam aos outros a curta distância e pelas mesmas rotas.
  • A estratégia de sobrevivência mais comum era a de apresentar-se como peregrinos cristãos para buscar a proteção de um nobre.
  • A forma de vida era nômade, e se dedicavam à adivinhação e ao espetáculo.

O século XVI e o começo da perseguição[editar | editar código-fonte]

século XVI pode ser considerado como a idade de ouro dos ciganos na Europa. Vagavam de cidade em cidade, e se bem é certo que foram expulsos com frequência, haveria que esperar ao século XVI para que se desatasse uma onda de perseguição só comparável ao anti-judaísmo secular dos europeus. No século XV, os estereótipos negativos ainda não estavam enraizados, e entre a hostilidade e a fascinação, a cultura cigana dispersou-se pelo continente, misturando-se com as culturas e línguas locais. Lentamente, foi-se convertendo em um desafio para os poderes estabelecidos, para a população sedentária e para a religião dominante.
Anúncio de uma venda de escravos ciganos de 8 de maio de 1852: 18 homens, 10 meninos, 7 mulheres e 3 meninas, "in conditie fina" (em boa condição).
Quando teve lugar o descobrimento da América, em 1492, os ciganos já estavam espalhados por toda a Europa, onde apesar de uma boa acolhida inicial começaram a ser perseguidos, marginalizados, expulsos, severamente castigados, escravizados (como na Romênia, onde a escravidão cigana não foi abolida até 1864) ou simplesmente exterminados. O desencontro entre os ciganos e os não ciganos perduraria desde o século XVI até a atualidade.
Assim, na Espanha, a pragmática de Medina do Campo do ano 1499 obrigou-os a abandonar a vida nômade. Em 1500, o mesmo ano em que entraram na Polônia e Rússia, a Dieta de Augsburgo expulsou-os da Alemanha. Em 1505 Jaime IV da Escócia concedeu-lhes um salvo-conduto e saltaram à Dinamarca. Chegaram à Suécia em 1512, e em 1514 a Inglaterra, de onde seriam expulsos, sob pena de morte, em1563. Antes disso, na Espanha foi-lhes dado a "escolher", em 1539, entre a sedentarização ou seis anos de galeras e, em 1540, os bispos da Bélgica ordenaram a sua expulsão sob pena de morte.15
A partir do final do século XVI, sucederam-se em toda a Europa autorizações, leis e decretos contra o modo de vida dos ciganos. A dinâmica dessas disposições será contraditória (são obrigados a sedentarizar-se ao tempo que se lhes impede a entrada em muitas cidades; são obrigados a assimilarem a cultura local ao tempo que se são concentrados em determinados bairros; são obrigados a trabalhar em ofícios reconhecidos ao tempo que são impedidos de entrar nos grêmios…). A tenacidade dos ciganos, as suas estratégias de ocultamento, de multi-ocupacionalidade (como a chama Teresa San Román), de semi-nomadismo ou itinerância circunscrita, de adaptação às circunstâncias instáveis da legislação, a capacidade para cruzar fronteiras ou para aliar-se em determinadas ocasiões com a população autóctone realizando trabalhos imprescindíveis, faz que os ciganos de toda Europa resistam à assimilação e conservem as suas próprias características culturais mais ou menos intactos até a atualidade.
Ante a ausência de testemunhas escritas próprias e a visão negativa dos outros, resultam valiosas as referências de uma personagem peculiar que se acercou do mundo cigano com interesse e curiosidade romântica na primeira metade do século XIX: George Borrow. Nas suas viagens por boa parte da Europa, como pregador protestante, teve oportunidade de contatar com grupos ciganos, aprendendo a sua língua e traduzindo e inclusive publicando o Evangelho em caló (entre a sua produção literária encontra-se La Bíblia en España, interessante livro de viagens estudado por Manuel Azaña).

A ida para a América, o século XIX e a segunda grande diáspora[editar | editar código-fonte]

Imagem idealizada de uma cigana e o seu filho, pintada por William-Adolphe Bouguereau no século XIX.
A ida dos ciganos para a América correu paralelo à própria diáspora dos europeus. O incansável povo cigano empreendeu então uma nova migração. Sabe-se que Cristóvão Colombo, na sua terceira viagem, em 1498, introduziu os primeiros três ciganos que pisavam o Novo Mundo. É sabido também que a Inglaterra e a Escócia enviaram remessas de ciganos às suas colônias americanas da Virgínia, no século XVII16 e Luisiana. A prática da deportação à América foi seguida nesse mesmo século por Portugal.17 Segundo este autor, os ciganos espanhóis só podiam viajar à América com permissão expressa do rei. Filipe I decretou em 1570 uma proibição de entrada dos ciganos na América, e ordenou o regresso dos já enviados. É conhecido o caso de um ferreiro cigano (Jorge Leal) que conseguiu autorização para viajar a Cuba em 1602. Teria que esperar à autorização de 1783 para que os ciganos tivessem permissão de residência em qualquer parte do reino.
Entre final do século XVII e meados do XIX produziu-se outro movimento em direção ao oeste de uma numerosa população cigana, fugindo da escravidão ou aproveitando a sua abolição na Moldávia e Valáquia em 1860,18 ou como consequência do recrudescimento da perseguição na Europa ocidental (especialmente na França e Alemanha). Os ciganos emigraram à América Latina num número que, como sempre, segue sendo um mistério. Segundo Koen Peeters, a independência da Sérvia em 1878 acelerou essa saída, e as causas que explicam o novo êxodo massivo podem ser várias: "Em primeiro lugar, à pressão de assimilação de costumes; em segundo lugar, às novas possibilidades nas suas atividades laborais; e, em terceiro lugar, a motivos comuns a outros emigrantes da Sérvia, como podem ser, por um lado, a idéia de que no Novo Mundo tinham muitas possibilidades de conseguir grandes fortunas, as leis que favoreceram a imigração ou também a aparição de novas possibilidades no que diz respeito a meios de transporte".19 Também em torno de 1860, registra-se a saída de ciganos britânicos ("romnichels") e no início do século XX houve uma nova partida em massa de ciganos valáquios.
A onda migratória diminuiu com o começo da Primeira Guerra Mundial, e não voltou a reiniciar até 1989, ano em que começou a terceira grande diáspora, ainda em curso.

Século XX, perseguição e extermínio[editar | editar código-fonte]

A detenção do fluxo migratório no início do século XX não significou uma melhora das condições de vida dos ciganos. As disposições legais continuaram sendo inúteis (como já o foram antes) na hora de assimilá-los. Na França, por exemplo, uma "lei sobre o exercício das profissões ambulantes e sobre a circulação de nômades" obrigava em 1912 a serem providos de um "carnê antropométrico de identidade" que deveria ser selado em cada final de prazo.
A medida que se aproxima a Segunda Guerra Mundial, a perseguição fica mais dura. O governo prussiano, por exemplo, decidiu acabar com a "moléstia cigana"20 mediante um acordo internacional desenhado para acabar com a sua forma de vida. Na Baviera, foi elaborado em 1905 um "Livro cigano", com um censo inicial de 3 mil indivíduos que logo aumentaria com a colaboração de outros estados germânicos. O estado da Baviera autorizou o castigo a trabalhos forçados a todo cigano que não pudesse demonstrar ter um trabalho estável, e a República de Weimar estendeu essa medida para toda a Alemanha.
Os censos de ciganos multiplicaram-se em toda a Europa (França, Inglaterra) e na Suíça, em 1926, começou o costume de sequestrar meninos ciganos para serem educados entre não ciganos, prática que só seria abandonada em 1973.
O auge do nazismo e os excessos da Segunda Guerra Mundial fartaram-se com a crueldade com os ciganos. Tomando como base os censos anteriores, o Centro de Investigação para Higiene Racial e Biologia Populacional do Reich começou a analisar a questão cigana. Depois de uns momentos de dúvida, nos que se esteve perto de classificar aos ciganos dentro da raça ariana, Himmler ordenou a sua internação, e finalmente a sua execução em massa. Em língua cigana, chama-se a esse processo de extermínio "o porraimos", ou "porajmos", a destruição. Como sempre, é desconhecido o número exato de vítimas. As estimativas vão desde 50 mil a 80 mil (Denis Peschanski, La France des camps, l'internement 1938-46, Gallimard, 2002, p. 379) até 500 mil a 1 milhão e meio.
Cquote1.svgSó em Auschwitz-Birkenau morreram mais de vinte mil ciganos. E num só dia, em 3 de agosto de 1944, os últimos 2.897 habitantes das barracas ciganas de Auschwitz, incluindo mulheres e crianças, deixaram para sempre de cantar e dar-se ao entusiasmo.20Cquote2.svg
genocídio cigano é um fenômeno relativamente desconhecido, no que colaboraram com mais ou menos interesse (igual ao ocorrido no genocídio judeu) às populações autóctones.
Na Europa central e do leste, sob regimes comunistas, os ciganos sofreram políticas de assimilação e restrições da liberdade cultural. Na Bulgária, proibiu-se o uso da língua romani e a representação de música rom em atos públicos. Na antiga Checoslováquia, dezenas de milhares de ciganos da Eslováquia, Hungria e Romênia foram reassentados em regiões fronteiriças da Morávia, e foi proibido o estilo de vida nômade. Na Checoslováquia, onde foram classificados como "estrato social degradado", mulheres ciganas foram submetidas a esterilizações como parte da política do Estado para reduzir o seu crescimento demográfico. Essa política foi posta em prática mediante incentivos financeiros, ameaças de retirada de subsídios sociais, desinformação e esterilização involuntária.21
No início da década de 1990, a Alemanha deportou dezenas de milhares de imigrantes à Europa Central e Oriental. Cerca de 60% de uma população de 100 mil cidadãos romenos foram deportados, de acordo com um tratado de 1992, eram ciganos.
No terceiro quarto do século XX começou também um importante movimento associativo cigano, em especial, a partir do Primeiro Congresso Cigano de Londres, de 1971.

Século XX, a terceira grande diáspora[editar | editar código-fonte]

Povoado cigano na Eslováquia
Com a queda do muro de Berlim em 1989, o desmantelamento dos estados autoritários da Europa Central e do leste e a crise econômica e, especialmente, por causa da guerra da Iugoslávia, começa a terceira grande diáspora cigana. Esse movimento migratório (que novamente passa despercebido para a opinião pública), realiza-se, como é habitual, do leste para o oeste. As estimativas são de 200 a 280 mil ciganos desprezados do leste ao oeste europeu desde 1960 a 1997.
Com a deterioração política da antiga Iugoslávia, 40 mil ciganos chegaram à Itália e outros 30 mil à Áustria..22 A crise econômica gerou, também, uma intensa rota migratória desde a Romênia aos países da Europa próspera numa quantidade ainda por calcular. As leis de cidadania discriminatórias na República Checa,23 por exemplo, são um expoente de velhas e novas formas de discriminação.
Segundo informações do Banco Mundial24 na Europa há uma população entre 7 e 9 milhões de ciganos, dos que ao redor de 568mil (2002) vivem na Romênia, ainda que percentualmente a presença maior do povo cigano é a da República da Macedônia, onde representa 11% da população.25 A maior parte da população cigana da Europa central na zona balcânica vive com menos de 3 euros por dia per capita e 89% dos ciganos búlgaros não podem cursar estudos primários.
No Brasil, estima-se que existam entre 678 mil (estimativas do governo) e 1 milhão de ciganos.26 27 Já em Portugal, são estimados em cerca de 40 mil indivíduos.

texto: Wikipédia